Era uma vez o fim do mundo, apontaram com base no calendário maia, mas
alcançamos novos extremos da nossa grande aventura neste planeta.
Em outubro, o mundo parou para olhar o pontinho desgovernado no céu.
Não era um disco voador ou o Super-Homem. Mas era, sim, um homem – de
carne e osso – fazendo o impensável. Ele saltou em queda livre de uma
altura de 39 mil metros, três vezes mais alto do que voam os aviões.
Vestido de astronauta, o paraquedista austríaco venceu a barreira do som
com o próprio corpo e fez um pouso de bailarino.
Quem arrisca apostar no limite do corpo humano? Foram necessárias 20
cirurgias e 15 anos de experimentos até encontram um rosto para o jovem
mutilado.
Quantas vezes dissemos ‘Obrigado, doutor’ em 2012? O menor bebê do
Brasil pesava 360 gramas e enfrentou seis meses de hospital, mas foi
para casa como um gigante.
Homens e máquinas praticam milagres. Seriam os robôs nossos irmãos
gêmeos? Seja em casa, na escola, na horta ou na força de um único
pensamento, estamos cada vez mais unidos, vencendo missões impossíveis.
A ciência está cada vez mais perto da partícula de Deus, mas a chave do
mistério está cada vez mais protegida na escuridão do universo, no
imenso deserto entre nossa cadeia genética. E o planeta de diamante,
seria sinônimo de vida eterna?
Em 2012, nossa aventura no infinito universo está apenas começando.
Naves espaciais foram para o museu, mas nós nunca viajamos tanto.
Inconformados com nossa solidão planetária, voamos cada vez mais longe.
Nosso repórter-robô levou o tempo de um parto – nove meses – para vencer
os 570 milhões de quilômetros até Marte. A nave Curiosity vai ficar
dois anos investigando o planeta. Sinal dos tempos. Um robô dá o maior
passo para a humanidade realizar o sonho deste século: conquistar Marte.
Fonte: G1.
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