Dados do Instituto Nacional de Câncer
(Inca) indicam que o acometimento da doença nas mamas é a principal
causa de morte por câncer entre as mulheres. No Ceará, em 2015, o
instituto estima 2.050 novos casos. Por outro lado, confirmando o que
pensa 71% da população brasileira, segundo pesquisa do Datafolha, há
esperança de que a pessoa tenha uma boa qualidade de vida se forem
oferecidos a ela tratamentos adequados.
Todos os dias, cientistas do mundo todo estudam formas de controlar e de pôr fim aos mais diferentes tipos de câncer que existem. A ausência de uma solução universal para a doença é justificada pelos médicos pela complexidade do corpo humano, que exige tratamentos singulares.
Avanços científicos e tecnológicos já conseguem antecipar a patologia antes mesmo que ela evolua para a fase metastática, considerada a mais avançada. Porém, segundo o oncologista e coordenador do Comitê Estadual do Controle do Câncer de Mama, Luiz Porto, o serviço ofertado para prevenção ainda é “subutilizado”.
Esperança
Mesmo que o câncer seja descoberto já no estágio metastático, há como prolongar as vidas das pacientes. “Existem possibilidades reais de que pelo menos uma a cada duas mulheres (com câncer de mama metastático) viva por cinco anos ou mais se tiver acesso à medicação e ao tratamento adequado”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Ruffo de Freitas Júnior.
O que não há, porém, é a garantia de que esses tratamentos cheguem a todas as mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como alerta a presidente do Instituto Oncoguia, Maira Callefi.
Ela afirma que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) não dá uma justificativa plausível para que não sejam incluídos tratamentos mais sofisticados na rede pública. “Eu gostaria de uma resposta para que a gente possa colocar as partes (indústria, médicos e governo) para negociar”. Segundo ela, se a razão for a falta de recursos financeiros, tem de ser discutido o que dá e o que não dá para pagar.
Números
2.050 novos casos de câncer de mama devem surgir no Ceará em 2015, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Todos os dias, cientistas do mundo todo estudam formas de controlar e de pôr fim aos mais diferentes tipos de câncer que existem. A ausência de uma solução universal para a doença é justificada pelos médicos pela complexidade do corpo humano, que exige tratamentos singulares.
Avanços científicos e tecnológicos já conseguem antecipar a patologia antes mesmo que ela evolua para a fase metastática, considerada a mais avançada. Porém, segundo o oncologista e coordenador do Comitê Estadual do Controle do Câncer de Mama, Luiz Porto, o serviço ofertado para prevenção ainda é “subutilizado”.
Esperança
Mesmo que o câncer seja descoberto já no estágio metastático, há como prolongar as vidas das pacientes. “Existem possibilidades reais de que pelo menos uma a cada duas mulheres (com câncer de mama metastático) viva por cinco anos ou mais se tiver acesso à medicação e ao tratamento adequado”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Ruffo de Freitas Júnior.
O que não há, porém, é a garantia de que esses tratamentos cheguem a todas as mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como alerta a presidente do Instituto Oncoguia, Maira Callefi.
Ela afirma que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) não dá uma justificativa plausível para que não sejam incluídos tratamentos mais sofisticados na rede pública. “Eu gostaria de uma resposta para que a gente possa colocar as partes (indústria, médicos e governo) para negociar”. Segundo ela, se a razão for a falta de recursos financeiros, tem de ser discutido o que dá e o que não dá para pagar.
Números
2.050 novos casos de câncer de mama devem surgir no Ceará em 2015, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Fonte: O Povo Online

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