O ex-prefeito de Tamboril José Jeová Souto Mota (PSB) virou alvo de
uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa. A medida
foi tomada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) e atinge
ainda o servidor público municipal Nilton Sampaio Cavalcante, cunhado do
ex-prefeito, e a ex-secretária de Obras, Melissa Sousa. Os três são
acusados de desvio de dinheiro público.
Investigações do MPE-CE apontaram que José Jeová nomeou uma ex-empregada doméstica sua como ocupante de cargos comissionados em Tamboril durante os anos de 2007 e 2008 em diferentes setores da Prefeitura. Ela jamais teria exercido essas funções e recebia o pagamento mensal pelo Município.
Além disso, o órgão constatou que uma quantia de R$ 3.335 teria sido paga a ela por outros serviços prestados. Entretanto, o real destino do recurso teria sido a conta bancária pessoal de Nilton Sampaio Cavalcante.
Já a secretária Melissa Sousa teria contribuído para a suposta ilegalidade na medida em que foi a gestora dos empenhos supostamente pagos à empregada. Concluiu-se que houve um prejuízo total de R$ 16.037,27 aos cofres públicos.
Por isso, O MP-CE solicita a indisponibilidade dos bens referentes aos valores que foram desviados e também o pagamento de uma multa civil.
Além disso, pede que eles sejam condenados de acordo com o que determina o artigo 12 da Lei Nº 8429/92, que impõe, dentre outras coisas: ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais ou creditícios e perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio dos denunciados.
Na ação, também é pedida a condenação por dano moral coletivo, sendo a do ex-prefeito mensurada em R$ 100 mil, a de Nilton Cavalcante em R$ 50 mil e a de Melissa Sousa em R$ 30 mil.
Investigações do MPE-CE apontaram que José Jeová nomeou uma ex-empregada doméstica sua como ocupante de cargos comissionados em Tamboril durante os anos de 2007 e 2008 em diferentes setores da Prefeitura. Ela jamais teria exercido essas funções e recebia o pagamento mensal pelo Município.
Além disso, o órgão constatou que uma quantia de R$ 3.335 teria sido paga a ela por outros serviços prestados. Entretanto, o real destino do recurso teria sido a conta bancária pessoal de Nilton Sampaio Cavalcante.
Já a secretária Melissa Sousa teria contribuído para a suposta ilegalidade na medida em que foi a gestora dos empenhos supostamente pagos à empregada. Concluiu-se que houve um prejuízo total de R$ 16.037,27 aos cofres públicos.
Por isso, O MP-CE solicita a indisponibilidade dos bens referentes aos valores que foram desviados e também o pagamento de uma multa civil.
Além disso, pede que eles sejam condenados de acordo com o que determina o artigo 12 da Lei Nº 8429/92, que impõe, dentre outras coisas: ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais ou creditícios e perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio dos denunciados.
Na ação, também é pedida a condenação por dano moral coletivo, sendo a do ex-prefeito mensurada em R$ 100 mil, a de Nilton Cavalcante em R$ 50 mil e a de Melissa Sousa em R$ 30 mil.
O outro lado
O
ex-prefeito José Jeová, por sua vez, nega todas as acusações, afirma
que nunca foi ouvido pelo promotor responsável pela ação, Marcelo
Cochrane Santiago Sampaio, e garante que irá se defender quando for
instado pela Justiça.
Redação O POVO Online
com informações do MP-CE
Fonte: O Povo Online.
Nenhum comentário:
Postar um comentário