O martírio do aposentado assassinado começou quando ele atendeu ao
pedido de um conhecido, dando carona para dois desconhecidos na porta de
sua propriedade rural, a Fazenda Varjota, no fim da tarde do dia 15.
Desde então não foi mais visto. Em seguida começaram a ser efetuados
saques de sua conta corrente, em Horizonte, Quixadá e Quixeramobim. A
família ainda tinha a esperança de encontra-lo com vida, apesar de não
ter sido exigido nenhum resgate, não se caracterizando crime de
sequestro.
Agora, o delegado regional da Polícia Civil de Quixadá, George
Monteiro, trabalha com sua equipe para localizar os comparsas de “Naum”.
Eles já foram identificados, mas os nomes não foram revelados para não
atrapalhar as investigações. Responderão por crime de latrocínio –
quando há roubo seguido de morte – ocultação de cadáver e formação de
quadrilha. A forma como a vítima foi assassinada, por motivo torpe, e os
meios utilizados por eles para tentar esconder o corpo, inclusive
ateando fogo, pesarão contra eles no Tribunal, completou o inspetor
Renato Barbosa.
Entenda melhor o caso clicando aqui > Desaparecimento em Quixadá.
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