Todo mundo gosta de passar um perfume e ficar com um cheiro bom na
pele. Anualmente, são produzidas 34 mil toneladas de perfume no Brasil e
o consumo do produto no país é bem grande.
Porém, grande parte das pessoas abusa e não sabe que o tempo de
permanência e fixação do cheiro depende menos da quantidade utilizada e
mais do tipo de pele. Quanto mais oleosa, maior a duração do perfume,
por exemplo. Por isso, não adianta exagerar na dose, como alertou a
perfumista Renata Aschar no Bem Estar desta segunda-feira (14).
O excesso de perfume pode também causar dores de cabeça e crises de
espirro já que o cheiro muito forte pode irritar o nariz, como
explicaram o otorrinolaringologista Richard Voegels e o toxicologista
Sérgio Graff.
Os melhores lugares para aplicar o perfume são os pulsos, a nuca e
regiões do corpo que concentram maior calor e circulação já que essas
áreas exalam mais o cheiro. Além de ser agradável para quem usa, a
fragrância também agrada quem está por perto – porém, algumas pessoas
não conseguem sentir o cheiro por causa da perda de olfato.
Segundo o otorrinolaringologista Richard Voegels, essa diminuição do
sentido pode acontecer por problemas como desvio de septo ou sinusite ou
também por infecções gripais, traumas, cânceres ou até o próprio
envelhecimento. Seja qual for a causa, é importante investigar o
problema para que ele seja controlado ou até mesmo curado.
Geralmente, a perda de olfato causada por um problema físico é mais
fácil de ser tratada. No caso de pessoas mais velhas que têm
gradativamente a diminuição do sentido, as chances de cura e tratamento
são bem menores.
Os médicos podem tentar solucionar o problema com o uso de corticoides
(no caso de rinite, por exemplo) ou até mesmo uma cirurgia (no caso da
sinusite).
Dicas para se livrar de mosquitos e pernilongos
O Bem Estar desta segunda-feira (14) falou também sobre medidas de proteção contra insetos. A principal dica dada pelo toxicologista Sérgio Graff é utilizar apenas em último caso o repelente tópico, aplicado em forma de creme na pele.
Antes de optar por ele, a recomendação é tentar eliminar os focos de
acúmulo de água, usar redes de proteção, repelentes elétricos,
inseticidas e também ventiladores que, além de refrescarem, dispersam o
gás carbônico exalado pelo corpo durante a noite, impedindo os mosquitos
de se aproximarem.
Para as crianças, o cuidado é ainda maior. O uso do repelente na pele
só deve ser indicado após uma orientação do pediatra – crianças até os
12 anos têm produtos específicos. A partir dessa idade, elas já podem
usar os repelentes comuns, sempre se lembrando de lavar as mãos após
aplicá-los.
Já os repelentes elétricos não devem ser utilizados perto do rosto da
pessoa e, para que sejam realmente eficientes, as janelas devem estar
abertas para os insetos conseguirem escapar. Por outro lado, inseticidas
devem ser aplicados com a porta fechada, sem a presença de animais e
crianças, para depois agir por cerca de 30 minutos.
Papo de verão
Nesta segunda-feira (14), o assunto do quadro com o ginecologista José Bento foi o sol. No verão, as pessoas querem ficar com o bronzeado em apenas um dia, mas isso não é indicado. A melhor maneira de tomar sol é se expor vários dias por pouco tempo, sempre com proteção - seja com filtro solar, chapéu ou também óculos escuros.
A falta de proteção contra o sol pode causar vários problemas, não só o
câncer de pele. Pode também alterar o sistema imunológico e deixar a
pessoa mais suscetível a doenças, o que pode estragar as férias de
verão.
Fonte: G1 / Bem Estar.
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